Museu Botânico recebe 10 mil exemplares de plantas

Desse total, mil exemplares são de espécies novas, algumas ainda nem catalogadas pela Botânica

Dormideira do Cerrado, uma das espécies coletadas

Mais de 10 mil exemplares de plantas passaram a integrar o acervo do Museu Botânico Municipal – sendo que mil são espécies novas, algumas ainda nem catalogadas pela Botânica.

A coleta dos exemplares aconteceu durante expedição de técnicos do Museu aos estados de Goiás, Bahia, Minas Gerais e Paraná. A equipe trouxe dois tipos de flores de maracujá e um de mimosa que ainda não haviam sido descritos na literatura.

As expedições para detectar novas espécies e trazê-las à Curitiba são realizadas até cinco vezes por ano. A equipe escolhe locais pouco conhecidos e com a flora ainda pouco estudada.

Os técnicos que participam das expedições se consideram “discípulos” de Gerdt Guenther Hatschbach, fundador do museu que faleceu em abril deste ano aos 89 anos. O professor Gerdt, como era chamado, coletou mais de 80 mil plantas ao longo da vida.

Museu Botânico Municipal

O Museu tem o quarto maior acervo do país, com cerca de 400 mil plantas secas identificadas e preservadas. Ele fica dentro do Jardim Botânico, em Curitiba, e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 12h e das 13h às 17h. Finais de semana e feriados das 9h às 18h.

Fonte: [ Gazeta do Povo ]

Experiência de estudantes descobre que plantas não crescem perto de roteadores Wi-Fi

Estudantes do nono ano escolar criam uma experiência científica para testar o efeito da radiação de celulares em plantas. Os resultados podem surpreendê-lo.

Foto cedida por Kim Horsevad, professor da Hjallerup Skole, na Dinamarca.

Cinco jovens da nona série de uma escola na Dinamarca criaram recentemente um experimento científico que está causando um rebuliço na comunidade científica.

Tudo começou com uma observação e uma pergunta. As meninas perceberam que se dormissem com seus celulares perto de suas cabeças durante a noite, elas muitas vezes tinham dificuldade de concentração na escola, no dia seguinte. Eles queriam testar o efeito da radiação do celular em seres humanos mas a sua escola, Hjallerup Skole, na Dinamarca, não tinha o equipamento para lidar com esse tipo de experimento. Assim, as garotas planejaram um experimento que iria testar o efeito da radiação de celulares em plantas, no lugar delas.

As alunas colocaram seis bandejas cheias de Lepidium sativum, um tipo de agrião, em uma sala sem radiação, e seis bandejas de sementes em outra sala, ao lado de dois roteadores que, de acordo com os cálculos das meninas, emitiam sobre as plantas o mesmo tipo de radiação de um celular comum.

Durante 12 dias, as meninas observaram, mediram, pesaram ??e fotografaram seus resultados. Entretanto, ao final do experimento os resultados foram por demais evidentes – as sementes de agrião colocados perto dos roteadores não tinham crescido. Muitos delas eram completamente mortas. Enquanto as sementes de agrião plantadas na outra sala, longe dos roteadores, germinaram.

O experimento obteve as meninas (foto abaixo) honras em uma competição regional de ciência e interesse de cientistas de todo o mundo.

De acordo com Kim Horsevad, o professor da Hjallerup Skole na Dinamarca, aonde o experimento com os agriões ocorreu, um professor da neurociência no Instituto Karolinska, na Suécia, está interessado em repetir a experiência, em ambientes profissionais científicos controlados.

Tenho certeza de que o mundo vai continuar a ver estas mulheres jovens, e esta experiência, por muitos anos para vir. FONTE

Fonte: [ Before Its News ]

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Na Amazônia, uma disputa entre cônsul e Ibama pelo livro sagrado

Receitas xamânicas foram produzidas e compiladas em livro na língua nativa da etnia Kaxinawá, em aldeia (na foto) localizada no Baixo Rio Jordão (AC) Divulgação/Ibama

RIO – A ação de uma ONG baiana, presidida pelo cônsul honorário da Holanda em Salvador, numa terra indígena no Acre, quase na fronteira com o Peru, pôs o Ibama em alerta e se transformou em mais um rumoroso episódio de suspeita de acesso ilegal ao patrimônio genético da biodiversidade brasileira. Em jogo, o conteúdo de um livro da etnia Kaxinawá, com a linguagem e as receitas xamânicas relacionadas a 516 ervas medicinais, que teriam o poder de curar 386 tipos de doenças tropicais, especialmente provocadas pelo contato entre o homem e outros animais.

O caso remonta ao ano de 2010, quando o etnomusicólogo brasileiro Ricardo Pamfilio de Souza, financiado pela ONG Arte, Meio Ambiente, Educação e Idosos (Amei), entrou em contato com o pajé Augustinho, da Terra Indígena Kaxinawá do Baixo Rio Jordão (AC), uma das onze áreas oficialmente povoadas pela etnia em solo brasileiro. O Brasil tem cerca de 6 mil índios Kaxinawá. Outros 4 mil vivem no Peru.

Da conversa entre o visitante e o pajé, surgiu o projeto para publicar um livro, em língua nativa, cujo objetivo seria preservar a cultura e o Hãtxa Ruin — a língua dos Kaxinawá. Ocorre que, para “preservar a linguagem escrita”, Panfílio diz que o pajé Augustinho escolheu justamente o conteúdo secular das receitas xamânicas, o “Livro Vivo dos Kaxinawá”, um tesouro da biodiversidade amazônica que, inclusive, já foi alvo de estudos e publicações de botânicos brasileiros, mas com anuência do Conselho de Gestão do Acesso ao Patrimônio Genético (Cgen), presidido pelo Ministério do Meio Ambiente.

A Funai informa que não mediou o acordo entre a Amei e os Kaxinawá e que a comunidade não se beneficiou da ação. Para o Ibama, o livro “pode conter um conjunto de ‘senhas’ para usos de plantas medicinais brasileiras, potencialmente úteis à saúde humana e cobiçadas pela indústria farmacêutica mundial”.

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Mosquitoeira – Armadilha Caseira para o Mosquito da Dengue

Acho que não é novidade para ninguém, uma vez que esta armadilha esta sendo amplamente divulgada pela mídia. Com uma garrafa pet, dessas de refrigerantes, é possível fazer uma armadilha que prende e mata o mosquito.

Você vai precisar de:

- 1 garrafa pet de 1,5 litros
- 1 tesoura
- 1 lixa de madeira nº 180
- 1 rolo de fita isolante
- 1 pedaço de 5×5 cm de tecido Micro Tule
- 4 grãos de alpiste ou 1 grão de ração felina.

VIDEO DE COMO CONSTRUIR: https://www.youtube.com/watch?v=Jyi_zj3PWcc

MANUAL: http://www.faperj.br/downloads/mosquiterica.pdf

Fonte: [ Loucura Racional ]

Monsanto inaugura unidade de biotecnologia em Pernambuco

Por Agência EFE

Petrolina – A companhia Monsanto inaugurou nesta segunda-feira em Petrolina (PE) uma unidade destinada à pesquisa biotecnológica e o desenvolvimento de produtos para o mercado nacional.

A fábrica, que exigiu um investimento de US$ 20 milhões (R$ 39 milhões), tem como objetivo “acelerar o desenvolvimento de tecnologias” aplicadas ao setor agrícola, segundo o presidente da Monsanto no país, Rodrigo Santos.

Santos explicou que a fábrica de Petrolina, a unidade número 36 da companhia no Brasil, é o investimento de maior envergadura da companhia multinacional em 2013, e disse que constituirá um “grande polo de pesquisa” da empresa no país para os próximos anos.

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Espinafre: Bom mas com muitas ressalvas

Por que o espinafre faz mal à saúde

Jocelen Mastrodi Salgado*

O consumo do espinafre aumenta a cada dia que passa. O famoso marinheiro Popeye, faz propaganda do alimento, dando a entender que quem come espinafre está sempre forte e pronto para superar qualquer obstáculo. O que poucos sabem, é que no mesmo país de origem do desenho (Estados Unidos), há algumas décadas atrás, a ingestão de leite batido com espinafre (o objetivo era enriquecer a bebida com ferro), causou a morte de crianças recém-nascidas.

A doença ficou conhecida como doença do branco do olho azul, pois o branco dos olhos ficava dessa cor. Posteriormente, descobriu-se que a presença do espinafre no leite era a causadora da tragédia, mas na época (1951) o fato foi encoberto e o desenho do marinheiro Popeye continuou a ser exibido.

Por que devemos tomar cuidado com o espinafre

O espinafre é um dos alimentos vegetais que mais contém cálcio e ferro. Entretanto, esses dois minerais são pouquíssimo aproveitados pelo nosso corpo, já que o alto teor de ácido oxálico no vegetal inibe a absorção e a boa utilização desses minerais pelo nosso organismo. Os estudos mostram também que o ácido oxálico do espinafre pode interferir com a absorção do cálcio presente em leites e seus derivados.

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Uruguai lança projeto de lei de legalização da maconha

De Ana Ines CIBILS MACEDO (AFP)

MONTEVIDÉU — O Uruguai permitirá a posse de até 40 gramas de maconha mensais a consumidores registrados, seis plantas para aqueles que as cultivam, e 90 para clubes de consumidores, segundo o texto que regulamenta a produção e venda de cannabis que começará a ser estudado nesta quinta-feira em uma comissão legislativa.

O projeto de 36 artigos concluído depois de três meses de debates entre o Poder Executivo e legisladores da Frente Ampla (FA, governo, esquerda) será apresentado formalmente na quinta-feira à Comissão Especial de Adições da Câmara dos Deputados para que comece a debatê-lo e possa submetê-lo a votação em plenário antes do final do ano, disse à AFP o deputado governista Julio Bango, integrante da comissão.

“O Estado (…) assumirá o controle e a regulamentação das atividades de importação, exportação, planejamento, cultivo, colheita, produção, aquisição, armazenamento, comercialização e distribuição de cannabis ou seus derivados”, indica o texto, ao qual a AFP teve acesso e que defende a aplicação de uma “política destinada a minimizar os riscos e a reduzir os danos do uso da cannabis”.

O projeto prevê a criação de um organismo público não-estatal, o Instituto Nacional da Cannabis (Inca), que regulará da plantação à distribuição e as receitas com a maconha, além de fiscalizar o cumprimento da norma.

De acordo com o texto, será permitido o cultivo doméstico de cannabis com um limite de até seis plantas e de até 480 gramas anuais em estoque.

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A Monsanto, além da justiça

Mauro Santayana

Agricultores brasileiros estão em litígio contra a Monsanto, que lhes cobrou royalties pelo uso de uma tecnologia cuja patente expirou em 2010, de acordo com a legislação brasileira. As leis nacionais estabelecem que o início da vigência de uma patente é a data de seu primeiro registro. A Monsanto invoca a legislação norte-americana, pela qual a patente passa a vigorar a partir de seu último registro. Como sempre há maquiagem dos processos tecnológicos, a patente não expira jamais.

Os lobistas da Monsanto não tiveram dificuldades em negociar acordo vantajoso, para a empresa, com os senhores do grande agronegócio, reunidos em várias federações estaduais de agropecuária, e com a poderosa Confederação Nacional da Agricultura, comandada pela senadora Kátia Abreu. Pelo cambalacho, a Monsanto suspenderia a cobrança dos royalties até 2014, e os demandantes desistiriam dos processos judiciais.

Uma das maldições do homem é a tentativa de criar uma natureza protética, substituindo o mundo natural por outro que, sendo por ele criado, poderá, na insolência da razão técnica, ser mais perfeito. Essa busca, iniciada ainda na antiguidade, continuou com os alquimistas, e se intensificou com as descobertas da química, a partir do século 18. O conluio entre a ciência, mediante a tecnologia e o sistema capitalista que engendrou a Revolução Industrial, amparada pelo laissez-faire, exacerbou esse movimento, que hoje ameaça a vida no planeta.

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